sábado, 8 de dezembro de 2012

Olimpíada de Linga Portuguesa
 


Eu,minha mãe(blusa preta) e minha
professora(blusa vermelha.
  Neste mês de Novembro em São Paulo, aconteceu o encontro regional da OLP, na qual fui um dos participantes no gênero Memórias Literárias.Teve início no dia 12/11 e término dia 14/11.Lá aprendemos  muitas coisas, conheci muitas pessoas e escutei varias historias de vários lugares do brasil.Tínhamos que estar prontos às 7 horas da manhã todos os dias, então eu acordava 6 horas para me aprontar e tirar a cara de sono.
  Nós andamos por São Paulo,tivemos varias oficinas de escrita, pudemos escolher livros para trazer para casa e o melhor,tivemos a ilustre presença do famoso maestro João Carlos Martins.Entrevistamos ele e pudemos tirar fotos , após conhecê-lo melhor e ouvir suas histórias, escrevemos uma memoria literária usando como base sua vida.Eu adorei fazer isso!
 Fui na companhia de minha professora Maria das Dores da Silva e na festa de encerramento até minha mãe apareceu por lá.
   Lá eu conheci pessoas espetaculares,algumas delas fiquei muito amigo ,e sempre andávamos juntos.Tivemos pouco tempo para se conhecer, mas nunca vou esquecê-los.
Meu texto
Fui selecionado pelo texto "Ventos da lembrança, Mares da memória...",que considero um dos melhores que já fiz.Ele fala sobre a infância de minha mãe, transferindo para linhas a emoção com que ela me contou tudo.Para chegar no texto final passei por vários processos.Tive que fazer a entrevista,e depois escrever a memória.Acho que fiz o texto umas dez vezes antes de ficar satisfeito,mas deu tudo certo!

 Foi uma super experiência, a qual não esquecerei jamais e espero vivenciar isso novamente,e quem sabe reencontrar todos que conheci.

DAQUI UNS DIAS VOU POSTAR MEU TEXTO, ESPERO QUE GOSTEM!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

  O poema fala sobre uma pessoa que agiu e fez coisas dignas de arrependimento em sua vida.Agora com a chegada da velhice se vê triste e solitario.Reflete sobre coisas que fez na sua vida e mostra que temos de aproveitar cada dia de nossa historia,poi depois não podemos voltar ao passado e reescrevê-la.

AO FIM DA VIDA
Sentado na sala de estar,
O som do rádio a tocar,
Melodias crescentes e emocionantes
dentro de mim.

Meu coração recita muitas coisas
que eu nunca havia ouvido.
E ao som de uma flauta,
A alma segue paralizada.
.
 Os calafrios provocados em meu corpo.
As sensações correndo pelo meu ser.
E as lembranças que me vem ao cair das lagrimas fascinadas.
Imagens da infância,
frases que muitas vezes disse,
Os amores que tive
e os que deixei de ter.
Escorre o choro abumdante ao relembrar as
coisas e pessoas perdidas ao longo da vida.
Meus pecados e impurezas corroem minhas virtudes,
Como um lençol de nuvens negras tomadas de tempestade.
A vida passa num longo filme,
Relembra meus amores,
Vasculha minhas dores,
E semeia arrependimento em cada canto do pensamento.

Em meus olhos brotaram marcas que nem
os ventos dos anos puderam levar.
Ao meu redor seguiram os pensamentos duvidosos,
Que enfraqueceram minhas forças e aproximaram-me do mundo real,
Aquele que revira meu passado
e enfatiza minhas perdas.

Eu aqui,só,nesta sala imensa.
À minha frente a perede escura,
Ao meu lado o radinho à pilha que já não funciona como antes.
 Não me boto à frente dos espelhos
para não ver as marcas que o tempo me deixou,
Um velho solitário,
amargurado,
Que tem como unica companhia  as músicas,
Que não me tocam, nem me ouvem, mas me dizem muitas coisas.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

  Este blog é destinado a poemas e textos de minha própria autoria. Leia e mergulhe nos mares literários, mande seus comentários, e viva a vida com mais cultura.



Dores que não se apagam
 
Caminhando à luz da lua.
Cabeça baixa à procura do chão.
Alegria apagada no tempo.
Mar repleto de solidão.
 
Um vazio estampado em meus olhos.
Uma dor penetrando no peito.
Não sei se vou resistir,
Tenho que dar logo um jeito.
 
Um pedaço completo de mim,
Minha alma e tudo que tenho.
Chamas que ardem sem esperar.
Queimam por dentro e fazem amar.
 
Assim, sou apenas ninguém.
Uma mera criança assustada.
Sem você suspirando ao meu lado,
Todo caminho não leva à nada.
 
Não sei mesmo o que fazer.
Pra que lado devo seguir.
Te esperar eternamente,
Ou se devo desistir.